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	<title>Luana Bernardi &#8211; Nutricionista Digestiva</title>
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	<title>Luana Bernardi &#8211; Nutricionista Digestiva</title>
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		<title>Quais suplementos ajudam a recuperar a saúde do intestino?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2024 14:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intestino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É fundamental, ao considerarmos a promoção da saúde intestinal, estabelecer uma dieta adequada como base, antes de introduzir suplementos específicos. A crescente quantidade de pesquisas tem destacado a importância do microbioma intestinal para a saúde humana, sublinhando a necessidade de nutrir as bactérias benéficas para promover seu crescimento em detrimento das patogênicas, visando prevenir uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É fundamental, ao considerarmos a promoção da saúde intestinal, estabelecer uma dieta adequada como base, antes de introduzir suplementos específicos. A crescente quantidade de pesquisas tem destacado a importância do microbioma intestinal para a saúde humana, sublinhando a necessidade de nutrir as bactérias benéficas para promover seu crescimento em detrimento das patogênicas, visando prevenir uma série de problemas de saúde. Em consonância à isso, a união de uma alimentação equilibrada e bons suplementos torna-se chave no processo de recuperação da saúde do intestino.</p>
<p>Um dos suplementos que tem se mostrado promissor é o Aloe Vera. Este, contendo vitaminas, minerais, aminoácidos, enzimas digestivas e compostos bioativos, exibe propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, cicatrizantes, antimicrobianas, prebióticas e imunomoduladoras. Estudos demonstraram que o consumo diário do gel de Aloe Vera contribui para desinflamar o intestino e fortalecer as junções entre as células intestinais, reduzindo a permeabilidade intestinal e prevenindo a entrada de substâncias nocivas na corrente sanguínea. No entanto, é importante selecionar um gel de Aloe Vera de alta qualidade e pureza, evitando substâncias irritativas presentes na casca. Recomenda-se uma ingestão diária de 50 a 60 ml desse gel.</p>
<p>Outro suplemento relevante é o Psyllium, uma fibra que promove a saúde do microbioma intestinal sem causar desconforto gastrointestinal. O Psyllium aumenta a produção de ácidos graxos de cadeia curta, os quais desempenham um papel importante na prevenção de doenças inflamatórias crônicas, como diabetes mellitus, obesidade e doenças inflamatórias intestinais. Consumir 5 a 10 g de casca de Psyllium por dia pode melhorar a produção de muco e a integridade das junções celulares intestinais, aumentando assim a proteção intestinal.</p>
<p>O Ômega 3, além de seus efeitos cardioprotetores conhecidos, também modula o microbioma intestinal, estimulando o crescimento de bactérias benéficas com propriedades anti-inflamatórias. Estudos indicam que a suplementação de Ômega 3 pode aumentar a diversidade de bactérias intestinais associadas à produção de ácidos graxos de cadeia curta, que por sua vez, reduzem a inflamação intestinal e a permeabilidade. Recomenda-se a ingestão diária de 1 g de Ômega 3 como medida preventiva, preferencialmente durante as refeições e, acima de 1g, caso o indivíduos apresente algums problema de saúde diagnosticado, como disbiose intestinal, doenças inflamatórias intestinais, síndrome do intestino irritável e Leaky Gut, problemas comuns no intestino que se encontra com alta permeabilidade.</p>
<p>Em conclusão, a incorporação desses suplementos na rotina alimentar pode contribuir significativamente para a promoção da saúde intestinal, fortalecendo o microbioma e prevenindo uma série de doenças associadas à disbiose e à inflamação intestinal. Além disso, como os produtos citados neste blog tem a intenção de prevenir problemas de saúde ou até tratar problemas já existentes, não apresentam contraindicações que precisam ser consideradas, visto que são naturais e irão contribuir com a saúde do indivíduos.</p>
<p>Em resumo, que tal anotar quais são os suplementos e quanto você deve ingerir deles por dia?</p>
<ol>
<li>Aloe Vera gel = 60ml por dia.</li>
<li>Ômega 3 advindo do óleo de peixe = 1g por dia (a depender da condição de saúde, a necessidade pode ser maior). Obs.: quer saber como escolher um adequado ômega 3? Então, acesse este meu vídeo que ele irá lhe ajudar: https://youtu.be/SkdJxAp5u0w</li>
<li>Psyllium = 5 a 10 g de casca de Psyllium por dia.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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		<title>Quais sintomas indicam um intestino inflamado?</title>
		<link>https://luanabernardi.com.br/quais-sintomas-indicam-um-intestino-inflamado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 01:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intestino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para identificar sinais de doença inflamatória no intestino, é crucial observar sintomas como dor abdominal persistente, abrangendo todo ou quase toda a região abdominal. A dor tende a aumentar ao longo da semana, tornando-se mais frequente, com episódios de 2 a 3 vezes ao dia. Destaca-se ser comum episódios noturnos, ou seja, nos quais a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para identificar sinais de doença inflamatória no intestino, é crucial observar sintomas como dor abdominal persistente, abrangendo todo ou quase toda a região abdominal. A dor tende a aumentar ao longo da semana, tornando-se mais frequente, com episódios de 2 a 3 vezes ao dia. Destaca-se ser comum episódios noturnos, ou seja, nos quais a pessoa acorda com dor e necessidade de evacuação a noite, sendo este um sinal relevante.</p>
<p>O segundo sintoma a ser monitorado é a alteração no padrão evacuatório. Na presença de doença inflamatória do intestino, pode ocorrer fezes mais líquidas, inclusive diarreia, manifestando-se 3 ou 4 vezes ao dia, com destaque para um episódio noturno. A presença de muco ou sangue nas fezes é um indicativo crucial para investigar doença inflamatória intestinal. Assim, observar essas características nas fezes é essencial.</p>
<p>A inflamação crônica no intestino, ao longo do tempo, pode levar à perda de peso inexplicável, fadiga ou fraqueza persistente. A intensidade desses sintomas varia entre indivíduos, e a disfunção corporal resultante pode causar complicações adicionais, como anemia, fragilidade óssea, dor muscular e alterações nos batimentos cardíacos. Portanto, ao identificar sinais como dor abdominal persistente e presença de fezes líquidas, sangue ou muco nas mesmas, é imperativo buscar avaliação de um coloproctologista. Este profissional pode solicitar uma colonoscopia para uma análise detalhada do estado do intestino.</p>
<p>Para ter mais certeza sobre a necessidade ou não de investigar a presença de uma doença inflamatória intestinal, segue abaixo um checklist com todos os sintomas, e que você pode aplicar a sí:</p>
<p>Presença de diarreia a mais de 7 dias: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>Acordar a noite por causa da diarreia ou devido a dor no abdômen: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>Presença de sangue nas fezes: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>Presença de muco nas fezes: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>Dor abdominal constante: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>Perda de peso sem motivo aparente: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>Cansaço ou fraqueza nas últimas semanas: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>Febre acima de 38º C em algum momento nas últimas semanas: Sim (  ) Não (  )</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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		<title>Como tratar intestino preso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2024 00:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intestino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diagnóstico de Constipação Intestinal segundo Critérios de Roma III: A identificação da constipação requer a manifestação persistente de dois ou mais sintomas, por um período mínimo de três meses nos últimos seis meses, conforme estabelecido pelos Critérios de Roma III. Os sintomas incluem: (1) esforço excessivo ou dificuldade para evacuar; (2) sensação de evacuação incompleta; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diagnóstico de Constipação Intestinal segundo Critérios de Roma III:</p>
<p>A identificação da constipação requer a manifestação persistente de dois ou mais sintomas, por um período mínimo de três meses nos últimos seis meses, conforme estabelecido pelos Critérios de Roma III. Os sintomas incluem: (1) esforço excessivo ou dificuldade para evacuar; (2) sensação de evacuação incompleta; (3) presença de fezes duras ou em formato de bolinhas; (4) frequência de evacuação inferior a três vezes por semana; (5) percepção de obstrução na saída das fezes; e (6) necessidade de movimentação intensa para facilitar a evacuação.</p>
<p>Diante da presença de constipação é importante o tratamento nutricional adequado, seguindo as orientações descritas a seguir.</p>
<p>Orientações para Tratamento da Constipação:</p>
<ol>
<li>Hidratação Adequada: É essencial aumentar a ingestão diária de água, conforme o cálculo estabelecido em 35 ml/kg de peso/dia. Recomenda-se um aumento gradual, utilizando estratégias como manter uma garrafa de água próxima, ingerir um copo de água antes do café da manhã, programar lembretes regulares, adicionar saborizantes naturais à água, aumentar o consumo de chás naturais e sucos naturais e criar metas para o aumento gradativo da ingestão de água semanal. O aumento da hidratação serve como alicerce fundamental para o tratamento.</li>
<li>Higiene Bucal e Intestinal: A raspagem da língua com um raspador de cobre ao iniciar o dia é indicada para eliminar bactérias prejudiciais ao intestino, promovendo seu funcionamento adequado, prevenindo o acúmulo de gases e o inchaço abdominal, sinais comuns em quem sofre de intestino preso.</li>
<li>Inclusão de Fibras na Alimentação: A adição de fibras à dieta diária é crucial para combater a constipação. Alimentos ricos em fibras, como aveia, sementes de chia, sementes de linhaça, frutas, hortaliças e legumes, devem ser consumidos em todas as refeições. As frutas mais indicadas para quem sofre de constipação são: kiwi, laranja com bagaço, mamão, ameixa preta seca, maçã com casca, manga, uvas, morango, abacaxi e melão. A ingestão de fibras deve considerar o consumo de 25g a 35g/dia, consumindo fontes variadas para atingir este total.</li>
<li>Quanto ao consumo das sementes de chia e de linhaça a recomendação técnica é realizar a hidratação das sementes em água, mantendo-as imersas por um período mínimo de quatro horas. Posteriormente, elas podem ser ingeridas em sua forma intacta ou processadas em liquidificador.</li>
<li>Psyllium como Fibra Suplementar: O uso de psyllium na forma de farelo é recomendado, pois essa fibra não fermenta no intestino, evitando desconforto abdominal. A quantidade ingerida diária pode variar de 3 a 30g a depender da necessidade de cada um, proporcionando 5g de fibras por colher de sopa.</li>
<li>Restrição de Laticínios: A redução do consumo de leite e derivados é aconselhável, especialmente para aqueles que sofrem de constipação, uma vez que a presença da betacaseína do tipo A1 nesses alimentos pode retardar ainda mais o trânsito intestinal.</li>
<li>Atividade Física Regular: A prática regular de exercícios físicos, como caminhadas, corridas e ciclismo, é essencial para estimular os movimentos intestinais e manter uma microbiota saudável. Ignorar a vontade de evacuar deve ser evitado para evitar complicações.</li>
</ol>
<p>Conclusão:</p>
<p>Embora haja outras considerações importantes para o tratamento da constipação, as abordagens apresentadas formam a base essencial para tratar esse problema de forma eficaz. A integração dessas práticas na rotina diária contribuirá significativamente para aliviar os sintomas da constipação intestinal.</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual a função da Pepsina e quanto tomar?</title>
		<link>https://luanabernardi.com.br/qual-a-funcao-da-pepsina-e-quanto-tomar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2023 14:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estômago]]></category>
		<category><![CDATA[Refluxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pepsina, uma enzima endógena produzida pelo estômago humano, desempenha um papel crucial na digestão de proteínas, facilitando sua quebra em fragmentos menores para absorção no intestino. Para otimizar a ação da pepsina sobre as proteínas ingeridas, é imperativo que ela seja ativada no ambiente ácido do estômago. Esse processo ocorre por meio da ativação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pepsina, uma enzima endógena produzida pelo estômago humano, desempenha um papel crucial na digestão de proteínas, facilitando sua quebra em fragmentos menores para absorção no intestino. Para otimizar a ação da pepsina sobre as proteínas ingeridas, é imperativo que ela seja ativada no ambiente ácido do estômago. Esse processo ocorre por meio da ativação do pepsinogênio em pepsina, um fenômeno catalisado pelo ácido clorídrico estomacal. Em casos de hipocloridria, onde há deficiência desse ácido, a ativação da pepsina é comprometida, resultando em uma digestão deficiente de proteínas.</p>
<p>Indivíduos com hipocloridria podem experienciar sintomas como digestão lenta, sensação de peso abdominal após a ingestão de proteínas (carne, frango e ovos), inchaço abdominal e gases. Para reduzir esses desconfortos, a suplementação com pepsina pode ser uma solução eficaz.</p>
<p><strong>Considerações sobre a Suplementação de Pepsina e Cloridrato de Betaína</strong></p>
<p>Enquanto alguns indivíduos podem se beneficiar do cloridrato de betaína, é crucial reconhecer que certas pessoas podem ser sensíveis a esse suplemento. Nesses casos, a pepsina se torna uma alternativa viável para melhorar a digestão de proteínas. Além disso, há situações em que a suplementação conjunta de cloridrato de betaína e pepsina pode ser indicada, proporcionando uma abordagem mais abrangente.</p>
<p><strong>Modo Adequado de Suplementação com Pepsina</strong></p>
<p>A administração adequada da pepsina como suplemento é fundamental para garantir benefícios efetivos. Recomenda-se ingerir 100 mg de pepsina em cápsulas imediatamente antes do início de uma refeição contendo proteínas. É importante ressaltar que a suplementação não é necessária em refeições sem proteínas. Portanto, ao iniciar uma refeição que geralmente causa desconfortos digestivos, uma dose de pepsina (1 dose = 100 mg de pepsina) deve ser consumida para otimizar a digestão de proteínas e minimizar os sintomas desconfortáveis associados.</p>
<p><strong>Conclusão: A Pepsina como Aliada na Melhoria da Digestão de Proteínas</strong></p>
<p>Em resumo, a pepsina desempenha um papel fundamental na digestão de proteínas, e sua suplementação pode ser benéfica para aqueles que enfrentam desafios relacionados à hipocloridria ou sensibilidade ao cloridrato de betaína. Ao seguir as orientações adequadas para a administração de pepsina, é possível promover uma digestão mais eficiente e aliviar sintomas desconfortáveis após a ingestão de proteínas.</p>
<p>Referências:</p>
<p>Herdiana Y. Functional Food in Relation to Gastroesophageal Reflux Disease (GERD). Nutrients. 2023 Aug 15;15(16):3583.</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diverticulose e diverticulite: como tratar?</title>
		<link>https://luanabernardi.com.br/diverticulose-e-diverticulite-como-tratar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Nov 2023 00:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talvez você já tenha ouvido falar sobre diverticulite ou conheça alguém que tenha ou já teve divertículos no intestino. A diverticulite é a inflamação de pequenas bolsas, chamadas divertículos, que podem se formar nas paredes do cólon, a parte final do intestino. As causas e os fatores que levam à formação destes divertículos são diversos, como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez você já tenha ouvido falar sobre diverticulite ou conheça alguém que tenha ou já teve divertículos no intestino. A diverticulite é a inflamação de pequenas bolsas, chamadas divertículos, que podem se formar nas paredes do cólon, a parte final do intestino. As causas e os fatores que levam à formação destes divertículos são diversos, como o hábito de fumar, consumo excessivo de carne vermelha, alcoolismo, alta ingestão de cafeína e baixo consumo de fibras. Assim, estes fatores de risco podem aumentar a predisposição para o desenvolvimento de divertículos e, com o tempo, se não for tratado, evoluir para diverticulite.</p>
<p>É crucial distinguir diverticulose e diverticulite. A diverticulose indica a presença de divertículos na parede do intestino, muitas vezes assintomáticos. No entanto, sem um cuidado adequado e em presença de fatores de risco, como os mencionados anteriormente, essas bolsas podem inflamar ou infeccionar, levando à diverticulite. Esta é uma condição aguda que requer tratamento com antibióticos e uma dieta específica.</p>
<p>No tratamento da diverticulose, a ingestão adequada de fibras desempenha um papel crucial. O consumo diário de fibras acima de 25g para mulheres e 26g para homens reduz o risco de inflamação dos divertículos. Incluir frutas, vegetais, legumes com cascas, cereais, sementes como chia, linhaça e farelo de psyllium contribui significativamente para a prevenção da diverticulite. Além disso, é importante aumentar a ingestão de água simultaneamente para garantir que as fibras atuem corretamente no intestino. Este consumo de fibras e aumento da ingestão de água está associado também à prevenção da constipação. Esta condição intestinal pode levar à obstrução dos divertículos, aumentando o risco de diverticulite. Assim, a ingestão de 2 a 3 litros de água por dia é recomendada e a incorporação de atividade física na rotina ajuda a prevenir e tratar a constipação.</p>
<p>Ao contrário do que se acreditava no passado, o consumo de sementes e grãos não está associado a um maior risco de diverticulite. Estudos indicam que nozes, castanhas, sementes e alimentos que contêm sementes, como tomate, uvas, milho e pipoca, não aumentam o risco de desenvolvimento de divertículos ou diverticulite.</p>
<p>Para aqueles com o diagnóstico de diverticulose, é importante priorizar uma alimentação saudável, com foco em alimentos menos processados e menos inflamatórios. Isso inclui proteínas magras, temperos naturais, evitar frituras e o uso excessivo de óleo, dando preferência ao azeite de oliva extra virgem, além de castanhas, frutas, legumes, grãos integrais e carboidratos integrais.</p>
<p>Mas, se o diagnóstico é de diverticulite, é essencial reduzir a carga sobre o trato digestivo, evitando a formação excessiva de fezes e o processo de fermentação intestinal. O tratamento varia com base no grau de comprometimento, podendo incluir jejum, dieta parenteral ou uma dieta leve e de fácil digestão associada ao uso de antibióticos. Após a fase aguda, as orientações para a diverticulose devem ser mantidas.</p>
<p>Em resumo, a abordagem nutricional para divertículos envolve uma dieta equilibrada, rica em fibras, consumo adequado de água e a prática de atividade física. Priorizar alimentos naturais e evitar substâncias inflamatórias é fundamental para a prevenção e manejo da diverticulite. Lembre-se de consultar um profissional de saúde para orientações personalizadas.</p>
<p>Referências:</p>
<p>Carabotti M, Falangone F, Cuomo R, Annibale B. Role of Dietary Habits in the Prevention of Diverticular Disease Complications: A Systematic Review. Nutrients. 2021 Apr 14;13(4):1288.</p>
<p>Crowe FL, Appleby PN, Allen NE, Key TJ. Diet and risk of diverticular disease in Oxford cohort of European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition (EPIC): prospective study of British vegetarians and non-vegetarians. BMJ. 2011 Jul 19;343:d4131.</p>
<p>Humes DJ, Spiller RC. Review article: The pathogenesis and management of acute colonic diverticulitis. Aliment Pharmacol Ther. 2014 Feb;39(4):359-70.</p>
<p>Strate LL, Liu YL, Syngal S, Aldoori WH, Giovannucci EL. Nut, corn, and popcorn consumption and the incidence of diverticular disease. JAMA. 2008 Aug 27;300(8):907-14.</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Zinco: sinais de deficiência, suplementação e importância na saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Oct 2023 20:34:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se você vive com um sistema imunológico comprometido, é propenso a infecções (sejam bacterianas, fúngicas ou virais), enfrenta dificuldades na cicatrização de feridas, ou observa alterações em sua visão, paladar, olfato, queda de cabelo, no desempenho sexual e na fertilidade, ou ainda experiencia fadiga extrema e manchas brancas nas unhas, esses podem ser alguns dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você vive com um sistema imunológico comprometido, é propenso a infecções (sejam bacterianas, fúngicas ou virais), enfrenta dificuldades na cicatrização de feridas, ou observa alterações em sua visão, paladar, olfato, queda de cabelo, no desempenho sexual e na fertilidade, ou ainda experiencia fadiga extrema e manchas brancas nas unhas, esses podem ser alguns dos indicativos de uma deficiência de zinco. O zinco é um mineral de notável influência sobre todas as células do organismo. É crucial para o desenvolvimento e funcionamento de vários sistemas, incluindo o imunológico, para a síntese proteica, produção de ácido clorídrico no estômago, fortalecimento das <em>tigh junctions</em> no intestino e diminuição da inflamação deste órgão, cicatrização de feridas, construção do DNA e na divisão celular. Até mesmo o processo de renovação celular e substituição de tecidos dérmicos depende intrinsecamente do zinco, por exemplo.</p>
<p>A recomendação padrão de ingestão diária de zinco é um ponto crucial a ser considerado. Homens necessitam de 11mg diariamente, enquanto mulheres requerem 8mg. A quantia, ao primeiro olhar, pode parecer modesta. No entanto, a questão que se impõe é: é de fato desafiador atingir tal cota diariamente por meio da alimentação? Diversos alimentos ricos em zinco podem ser incorporados na dieta, como peixes, ovos, produtos lácteos, frutos do mar (especialmente ostras), amêndoas e carnes vermelhas. Por exemplo, 100g de fígado bovino contém 7mg de zinco, enquanto 100g de carne moída contém 8mg. Considerando que o corpo possui uma capacidade limitada para armazenar esse mineral, é imperativo garantir uma fonte regular de zinco na alimentação diária. Idosos, por exemplo, frequentemente apresentam ingestão de zinco abaixo da metade da recomendação diária. O mesmo vale para vegetarianos e veganos, visto que a carne, uma fonte rica em zinco biodisponível, não faz parte de sua alimentação. Além disso, o consumo elevado de grãos integrais e leguminosas, ricos em fitatos, pelo público vegetariano e vegano interfere na absorção de zinco no intestino.</p>
<p>Portanto, é vital assegurar a presença de fontes alimentares de zinco na dieta. Para aqueles que têm dificuldade em ingerir tais alimentos, a consideração de um suplemento pode ser pertinente. Entretanto, é crucial evitar a sobrecarga de zinco no organismo, evitando suplementações excessivas. Respeitar a ingestão diária recomendada é fundamental. Por exemplo, se um homem suplementa 8mg de zinco, deve buscar os 3mg restantes na alimentação, alcançando os 11mg recomendados por dia. Um excesso de zinco pode inibir a absorção de cobre, levando a problemas de anemia. Portanto, a mega dosagem na suplementação de zinco não é aconselhável.</p>
<p>No que tange à saúde imunológica, estudos têm demonstrado que a suplementação de zinco pode reduzir significativamente as chances de contrair um resfriado comum. Além disso, os sintomas associados a esse quadro são resolvidos cerca de dois dias mais rapidamente em comparação com aqueles que recebem placebo. Contudo, é importante ressaltar a necessidade de mais pesquisas, principalmente no contexto de pacientes infectados com a COVID-19. Um estudo recente, conduzido em 2023, analisou a relação entre a suplementação de zinco, mortalidade e sintomatologia em pacientes afetados pelo vírus. Os resultados indicam que pacientes tratados com suplementos de zinco tiveram uma redução significativa no risco de mortalidade em comparação àqueles que não receberam tal suplementação. O dado é especialmente relevante pelo fato de que os suplementos de zinco são acessíveis e de custo acessível, oferecendo uma opção econômica para prevenir agravamentos em pacientes com COVID-19.</p>
<p>Outra área de impacto notável é a saúde ocular. Em 2017, uma revisão abordou a degeneração macular relacionada à idade, uma condição que afeta a retina e pode resultar em perda de visão. O estudo revelou que a suplementação de vitaminas antioxidantes combinada com zinco pode retardar o avanço da doença e preservar a visão em pacientes afetados.</p>
<p>Em suma, as evidências até o momento indicam que a suplementação de zinco pode proporcionar benefícios significativos para o sistema imunológico, recuperação de certas condições e proteção da saúde ocular. Entretanto, é crucial considerar o tipo de suplemento de zinco escolhido. O picolinato de zinco, citrato de zinco e monometionina de zinco são as formas queladas mais recomendáveis, garantindo uma absorção eficaz no intestino. Portanto, ao ponderar sobre a suplementação de zinco, é imperativo buscar orientação adequada e optar por fontes de alta qualidade desse mineral.</p>
<p>Referências:</p>
<p>Wessels I, Fischer HJ, Rink L. Dietary and Physiological Effects of Zinc on the Immune System. Annu Rev Nutr. 2021 Oct 11;41:133-175. doi: 10.1146/annurev-nutr-122019-120635. Epub 2021 Jul 13.</p>
<p>Mocchegiani, E., Romeo, J., Malavolta, M. <i>et al.</i> Zinc: dietary intake and impact of supplementation on immune function in elderly. <i>AGE</i> <b>35</b>, 839–860 (2013).</p>
<p>Hunter J, Arentz S, Goldenberg J, Yang G, Beardsley J, Myers SP, Mertz D, Leeder S. Zinc for the prevention or treatment of acute viral respiratory tract infections in adults: a rapid systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. BMJ Open. 2021 Nov 2;11(11):e047474.</p>
<p>Rheingold SZ, Raval C, Gordon AM, Hardigan P. Zinc Supplementation Associated With a Decrease in Mortality in COVID-19 Patients: A Meta-Analysis. Cureus. 2023 Jun 10;15(6):e40231.</p>
<p>Evans JR, Lawrenson JG. Antioxidant vitamin and mineral supplements for slowing the progression of age-related macular degeneration. Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 13;9(9):CD000254.</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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		<title>Cálculo biliar: quais são os sintomas e como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 21:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fígado]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de cálculos biliares, problema também chamado de colelitíase, refere-se à formação de pedras na vesícula biliar ou em alguma região do trato biliar. Estas pedras podem ser compostas de colesterol ou bilirrubina, um subproduto da hemoglobina presente nos glóbulos vermelhos do sangue. A condição é identificada através de exames médicos. Quando os cálculos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de cálculos biliares, problema também chamado de colelitíase, refere-se à formação de pedras na vesícula biliar ou em alguma região do trato biliar. Estas pedras podem ser compostas de colesterol ou bilirrubina, um subproduto da hemoglobina presente nos glóbulos vermelhos do sangue. A condição é identificada através de exames médicos.</p>
<p>Quando os cálculos se alojam na vesícula biliar, a maioria dos casos é assintomática. No entanto, quando se depositam nos ductos biliares, podem surgir sintomas devido à obstrução na passagem da bile para o intestino. Isso resulta em cólicas e dores intensas, especialmente no lado direito superior do abdômen ou nas costas. Essa dor pode se irradiar para o peito ou região das costelas, principalmente após as refeições noturnas. A presença de febre, náuseas e vômitos está correlacionada à intensidade da dor.</p>
<p>O tratamento mais indicado é o procedimento cirúrgico para a remoção dos cálculos e da vesícula biliar. Até o momento da intervenção, é aconselhável evitar o consumo excessivo de gorduras, como carnes gordurosas, óleos em excesso no preparo dos alimentos, frituras, produtos lácteos ricos em gordura, maionese e alimentos industrializados com alta concentração de gordura saturada e trans. Além disso, alimentos que contém a lupa &#8220;alto em gordura saturada&#8221; na frente da embalagem também devem ser evitados. Por isso, fique atento no rótulo dos alimentos quando vai ao supermercado.</p>
<p>Após a cirurgia, é crucial manter uma alimentação cuidadosa. A ausência da vesícula afeta o armazenamento e liberação eficiente da bile, tornando necessário evitar alimentos ricos em gorduras nos primeiros dois meses pós-cirurgia. Recomenda-se uma dieta equilibrada em carboidratos, priorizando versões integrais, e moderação no consumo de carboidratos refinados. Fontes de proteínas magras como frango, ovos, grãos e laticínios magros são essenciais. A inclusão de frutas, vegetais e legumes variados, alimentos preferencialmente cozidos ou assados, juntamente com a ingestão de fibras em todas as refeições, é fundamental para a recuperação e manutenção da saúde após a cirurgia.</p>
<p>O tratamento e cuidados pós-cirúrgicos para cálculos biliares são fundamentais para a recuperação e manutenção da saúde do paciente. A orientação dietética, especialmente a moderação na ingestão de gorduras, o consumo equilibrado de carboidratos e a inclusão de proteínas magras, frutas, vegetais e legumes, são pilares essenciais para uma boa evolução pós-cirúrgica. A compreensão dos sintomas e o diagnóstico preciso são passos cruciais no manejo eficaz dessa condição.</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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		<title>Beta-alanina: o que é e como tomar este suplemento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2023 12:11:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A beta-alanina é um aminoácido considerado não essencial, pois o organismo tem a capacidade de sintetizá-lo em determinada quantidade. Esta substância desempenha um papel crucial no aumento do teor de carnosina nas células musculares. A carnosina, por sua vez, é um dipeptídeo formado pela combinação dos aminoácidos histidina e beta-alanina e encontra-se presente no músculo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A beta-alanina é um aminoácido considerado não essencial, pois o organismo tem a capacidade de sintetizá-lo em determinada quantidade. Esta substância desempenha um papel crucial no aumento do teor de carnosina nas células musculares. A carnosina, por sua vez, é um dipeptídeo formado pela combinação dos aminoácidos histidina e beta-alanina e encontra-se presente no músculo esquelético. A carnosina ampliada tem a função de tamponar a acidez que naturalmente aumenta no tecido muscular durante treinos de alta intensidade, devido ao acúmulo de íons hidrogênio no interior das células deste tecido.</p>
<p>Durante um treino intenso, ocorre um aumento da acidez no músculo, resultando na sensação de &#8220;queimação&#8221;. Ao regular a acidez muscular, a beta-alanina reduz a fadiga, permitindo ao indivíduo intensificar o treino, prolongar a duração ou aumentar o número de repetições, especialmente para aqueles que praticam musculação. Além disso, ao minimizar a fadiga, a beta-alanina contribui para uma recuperação mais eficaz dos músculos.</p>
<p>Para usufruir dos benefícios da suplementação com beta-alanina, é crucial adotar uma abordagem crônica, ou seja, ingeri-la diariamente, independentemente de ter praticado exercícios no dia. A acumulação de carnosina nas células musculares requer um período entre 2 a 4 semanas de uso contínuo de beta-alanina para que seus efeitos sejam notáveis.</p>
<p>Muitos indivíduos que suplementam beta-alanina experimentam uma sensação de formigamento no corpo, conhecida como parestesia, principalmente após doses de 800 mg/dia. No entanto, é importante destacar que essa sensação não é indicativa de ação imediata da beta-alanina no tecido muscular. Os benefícios reais começam a se manifestar aproximadamente após quatro semanas de suplementação, e a parestesia tende a diminuir com o tempo e com o fracionamento da suplementação da beta-alanina.</p>
<p>A dosagem diária de beta-alanina pode variar entre 3 a 6 g/dia, e é importante fracionar essa dose ao longo do dia em pequenas porções, ao invés de ingeri-la de uma só vez. Para aqueles que estão nos estágios iniciais de treinamento e ainda estão se adaptando, sem a necessidade de aumentar a intensidade do treino, a suplementação com beta-alanina pode ser adiada. Aguarde até que a fase de adaptação seja concluída e o treino mais intenso seja iniciado antes de considerar o uso deste suplemento.</p>
<p>Em outra situação, se já faz uso de um pré-treino que contém 2 g de beta-alanina em sua composição (quantidade presente na maioria dos pré-treinos), é importante notar que esta quantidade é insuficiente para atender às necessidades diárias deste aminoácido. Assim, complemente a ingestão diária de beta-alanina em outro momento do dia para atingir pelo menos 3 g ao dia.</p>
<p>Em conclusão, para aqueles que mantêm uma rotina de treino regular, com atividades de alta intensidade e uma alimentação equilibrada, a suplementação com beta-alanina pode ser uma estratégia eficaz para minimizar a fadiga muscular e aprimorar o desempenho físico.</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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		<title>Hipocloridria: conheça as causas e sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Sep 2023 20:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estômago]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hipocloridria e seus Impactos no Sistema Digestivo A hipocloridria se caracteriza pela baixa produção de ácido gástrico no estômago. Este ácido não apenas protege contra contaminações por bactérias e fungos, mas também prepara o ambiente gástrico para uma eficiente digestão de proteínas e carboidratos. Além disso, é essencial para a absorção de vitaminas B12, zinco, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hipocloridria e seus Impactos no Sistema Digestivo</strong></p>
<p>A hipocloridria se caracteriza pela baixa produção de ácido gástrico no estômago. Este ácido não apenas protege contra contaminações por bactérias e fungos, mas também prepara o ambiente gástrico para uma eficiente digestão de proteínas e carboidratos. Além disso, é essencial para a absorção de vitaminas B12, zinco, ferro, cálcio e magnésio. Portanto, indivíduos com hipocloridria enfrentam comprometimentos nessas áreas vitais para o equilíbrio digestivo e nutricional.</p>
<p><strong>Sintomas Indicativos de Hipocloridria</strong></p>
<p>Os sinais mais comuns que apontam para a presença de hipocloridria incluem uma digestão lenta após o consumo de refeições ricas em proteínas, como aquelas contendo carne vermelha. Isso se manifesta como uma sensação de peso no estômago, plenitude gástrica e desconforto abdominal. A distensão abdominal frequente também pode ser um indicador significativo. Adicionalmente, desconfortos durante ou logo após as refeições, como dor, azia, refluxo ou eructação, são observados. A ocorrência de diarreia ou constipação, mau hálito e língua branca são indícios adicionais. Muitas vezes, a sensação de conforto é mais pronunciada durante o jejum, e a introdução de alimentos ricos em proteínas pode intensificar os sintomas de indigestão.</p>
<p><strong>Causas da Hipocloridria</strong></p>
<p>Diversos fatores podem desencadear a diminuição na produção de ácido gástrico. Doenças autoimunes, como a gastrite autoimune ou atrófica, podem ser um ponto de partida. Além disso, deficiências de zinco e vitamina B6 na alimentação, excesso de açúcares, estresse crônico, consumo frequente de bebidas alcoólicas e tabagismo (de todas as formas) são fatores a serem considerados. O uso regular de medicamentos como pantoprazol e omeprazol, infecção por H. Pylori, infecção por HIV e o processo natural de envelhecimento também contribuem para a hipocloridria, com uma queda de até 30-40% na produção de ácido com o passar dos anos.</p>
<p><strong>Diagnóstico e Encaminhamento Médico</strong></p>
<p>Devido à ausência de exames específicos para confirmar o diagnóstico de hipocloridria, a avaliação é baseada nos sintomas apresentados. Estes incluem má digestão, deficiências nutricionais e desequilíbrios na microbiota intestinal. A disbiose intestinal é comum em casos de baixa produção ácida gástrica, resultando em ocorrência frequente de gases intestinais. Portanto, é essencial buscar a orientação de um gastroenterologista para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.</p>
<p>Em conclusão, compreender os efeitos da hipocloridria no sistema digestivo é fundamental para um cuidado eficaz com a saúde gastrointestinal. Ao reconhecer os sintomas e procurar a orientação de um profissional especializado, é possível abordar essa condição de maneira adequada, promovendo uma melhor qualidade de vida e bem-estar para o paciente.</p>
<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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		<item>
		<title>Como o estresse afeta a saúde do trato digestivo?</title>
		<link>https://luanabernardi.com.br/como-o-estresse-afeta-a-saude-do-trato-digestivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Bernardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 21:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colite Ulcerativa]]></category>
		<category><![CDATA[Esofagite]]></category>
		<category><![CDATA[Estômago]]></category>
		<category><![CDATA[Gastrite]]></category>
		<category><![CDATA[H. Pylori]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
		<category><![CDATA[Refluxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fenômeno do aumento da prevalência de problemas psicológicos como estresse, ansiedade e depressão, especialmente após o período pandêmico, tem sido amplamente observado. Contudo, é pertinente destacar que este estado contínuo de estresse exerce uma influência adversa significativa sobre a saúde digestiva. Este efeito deriva da interação entre o sistema nervoso central, que se origina [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fenômeno do aumento da prevalência de problemas psicológicos como estresse, ansiedade e depressão, especialmente após o período pandêmico, tem sido amplamente observado. Contudo, é pertinente destacar que este estado contínuo de estresse exerce uma influência adversa significativa sobre a saúde digestiva. Este efeito deriva da interação entre o sistema nervoso central, que se origina no encéfalo, e o sistema digestivo. O eixo conhecido como &#8216;intestino-cérebro&#8217; representa esta comunicação, sendo o estômago também um componente ativo nessa troca de informações. Durante momentos de elevado estresse, o sistema nervoso simpático é ativado, o que resulta em uma desaceleração na taxa de digestão, podendo até mesmo interrompê-la completamente. Este processo pode ocasionar diversos desconfortos associados a uma digestão inadequada, como dor abdominal, distensão abdominal, flatulência e azia, além da sensação de plenitude. Adicionalmente, a estagnação dos alimentos no trato digestivo, devido à interrupção da digestão, pode desencadear processos fermentativos, contribuindo para a ocorrência de constipação.</p>
<p>É notável que algumas patologias do trato digestivo têm suas origens relacionadas ao estresse, sendo que este último pode agravar os sintomas de condições como refluxo gastroesofágico, úlceras gástricas, alergias alimentares, além das doenças inflamatórias intestinais (DII) e da síndrome do intestino irritável (SII). A elevação dos níveis de estresse intensifica a sensibilidade gástrica ao ácido clorídrico, culminando em maior incidência de acidez gástrica e episódios de refluxo. Concomitantemente, há uma redução na produção de bicarbonato, o qual desempenha um papel tamponante na proteção da mucosa gástrica contra a acidez. Além disso, ocorre uma diminuição na produção de neuropeptídeos, como o CGRP, que têm propriedades protetoras na mucosa gástrica. A soma desses fatores, ao longo do tempo e na ausência de controle do estresse crônico, pode culminar no desenvolvimento de úlceras gástricas, devido à agressão constante à mucosa estomacal e sua incapacidade de se recuperar adequadamente.</p>
<p>Outra área de estudo de grande relevância no contexto da relação entre estresse e saúde digestiva é o impacto do estresse cotidiano na composição da microbiota intestinal. A ocorrência de uma disbiose intestinal, que envolve alterações na quantidade e qualidade das bactérias intestinais, promove uma maior permeabilidade da barreira que separa o intestino da corrente sanguínea. Tal fenômeno facilita a passagem de substâncias inflamatórias para o sistema circulatório, podendo intensificar a inflamação em diversas regiões do organismo, incluindo o intestino. Isso pode agravar os sintomas de condições como colite ulcerativa, doença de Crohn e síndrome do intestino irritável. Esta última é uma das condições mais estudadas quanto à influência do estresse em seus sintomas, dado que indivíduos afetados frequentemente apresentam uma hipersensibilidade visceral, resultando em dores abdominais intensas. A magnitude do desequilíbrio na saúde intestinal e, consequentemente, na intensidade dessas dores, está diretamente relacionada à intensidade e frequência dos episódios de estresse.</p>
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<p>Diante deste contexto, para aqueles que possuem alguma das condições mencionadas (refluxo, úlcera gástrica, doença de Crohn, colite ulcerativa, alergias alimentares, síndrome do intestino irritável) ou que enfrentam significativos níveis de estresse e ansiedade, é imperativo considerar a incorporação de alternativas no cotidiano visando o manejo adequado deste estresse. Entre as recomendações, incluem-se: (1) a integração de atividade física na rotina diária, preferencialmente aquela que seja do agrado e identificação do indivíduo; (2) a aplicação de técnicas de relaxamento, como a acupuntura e a meditação, podem ser benéficas; (3) a busca por acompanhamento psicológico profissional pode fornecer significativo suporte; (4) a substituição de fontes de cafeína por chás com propriedades calmantes, como camomila, erva-cidreira e funcho; (5) o estabelecimento de um ritual de sono, incluindo a desconexão de dispositivos eletrônicos antes de dormir e a redução da ingestão alimentar noturna, visando promover um sono reparador; e (6) a dedicação de um tempo exclusivo para o autocuidado, seja através da prática de meditação, leitura, orações, ou atividades afins, proporcionando um momento valioso de conexão consigo mesmo.</p>
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<p>Referências Bibliográficas</p>
<p>Konturek PC, Brzozowski T, Konturek SJ. Stress and the gut: pathophysiology, clinical consequences, diagnostic approach and treatment options. J Physiol Pharmacol. 2011 Dec;62(6):591-9. PMID: 22314561.</p>
<p>Chaudhry TS, Senapati SG, Gadam S, Mannam HPSS, Voruganti HV, Abbasi Z, Abhinav T, Challa AB, Pallipamu N, Bheemisetty N, Arunachalam SP. The Impact of Microbiota on the Gut-Brain Axis: Examining the Complex Interplay and Implications. J Clin Med. 2023 Aug 11;12(16):5231.</p>
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<p>Autora</p>
<p>Luana Bernardi, Nutricionista e Doutora em Tecnologia e Saúde.</p>
<p>“As informações fornecidas neste site não substituem a consulta profissional com um médico ou nutricionista. Um acompanhamento com profissional da saúde sempre deve estar a frente para prescrever qualquer plano de tratamento. Utilize as informações contidas aqui como forma de conhecimento geral”.</p>
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